Você traz o objetivo. Nós encontramos os perfis com fit real de audiência, auditamos antes de ativar e devolvemos um relatório que o financeiro consegue ler.
Marketing de influência deixou de ser experimento e virou linha fixa de orçamento. Mas o setor inteiro continuou avaliando resultado pelo mesmo conjunto de métricas — e ele não responde à pergunta que o financeiro faz.
No Brasil, 35% das lideranças de marketing selecionam influenciadores com base em informação interna não estruturada, e apenas 15% encomendam pesquisa especializada antes de decidir. O efeito aparece depois: 62% dos CMOs relatam experiência negativa em campanha com influenciador, e 81% deles acreditam que uma análise prévia teria evitado o problema.
43,17% dos influenciadores de Instagram apresentam indícios de fraude de engajamento — e entre perfis acima de 1 milhão de seguidores o índice sobe para 58,5%. Sem auditoria de autenticidade antes de fechar, parte do investimento vai para alcance que não existe.
Em triagem de milhares de relatórios de influenciadores, 47% foram sinalizados por algum tipo de má conduta online, com média superior a 30 ocorrências por perfil sinalizado. É uma verificação que quase nenhuma marca faz antes de assinar contrato.
Não é um print de métricas do Instagram. É a leitura do que funcionou, do que não funcionou e do que muda na próxima campanha.
Cada campanha começa do objetivo — nunca de uma lista pronta de perfis disponíveis.
Awareness, conversão, lançamento ou entrada em novo mercado. Definimos junto a métrica que vai dizer se deu certo, antes de ativar qualquer perfil.
Buscamos os perfis com fit real de audiência e conteúdo para aquele objetivo, com checagem de autenticidade e de risco reputacional antes da ativação.
Resultado por criador e por formato, custo por resultado e recomendação explícita para o ciclo seguinte.
Preencha em um minuto. Retornamos com uma leitura inicial de perfis e da régua de medição que faz sentido para esse objetivo.